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5 razões que te impedem hoje de investir na gestão da sua marca pessoal

Personal Branding é a sua promessa.

E esse simples fato faz com que muitos prefiram continuar onde estão. Prometer é assustador.

Alguns admitem que é algo que sai muito de suas zonas de conforto. Outros dizem que não é a prioridade para o momento. Quaisquer que sejam as justificativas, sempre encontro alguns motivos em comum, não tão óbvios para nós mesmos por vezes, por trás dos discursos:

1) Não quero me expor nas redes sociais: Essa é uma preocupação frequente. E sim, a exposição online tem suas vantagens e desvantagens e atrai mais a uns do que outros.

Entretanto, a exposição online não é requisito e como já mencionei antes, não é sinônimo de um trabalho de gestão da sua marca pessoal. A sua marca é a sua promessa para o mercado (ou para o mundo) e o marketing é a forma como você comunica essa promessa. E a sua comunicação pode ou não ser online.

O que tenho percebido é uma certa ansiedade por parte de empreendedores/profissionais ao sentirem que precisam estar online para terem sucesso. Ao menos que você tenha como o objetivo alcançar o mercado de massa, esse não é um pré requisito. Além disso, a exposição online não necessariamente envolve você, suas selfies e frases de motivação. A sua opinião por meio de um artigo, o seu conhecimento compartilhado por podcasts ou a sua história por meio de registro do que está ao seu redor, pode ser uma alternativa para aqueles que não se sentem atraídos pela câmera. Mas novamente, a estratégia online não é um ultimato. O show ainda só acontece por causa dos bastidores.

Nota: Atualmente eu acho difícil não estar online. Isso porque o nosso comportamento de consumo envolve invariavelmente o meio digital e você também é procurado, validado e encontrado (ou não) de maneira online. Então em vez de evitar a todo custo, você provavelmente consegue se adaptar à demanda de alguma forma que seja mais confortável e sutil para você.

2) Não sou a favor de transformar uma pessoa em uma embalagem: O Personal Branding não é um trabalho de criação de uma marca e, sim, da descoberta e da conexão dela com os seus objetivos. É a expressão de forma autêntica, profunda dos seus valores, propósito e contribuição, suportados por nada mais nada menos que a ação/execução (fator indispensável).

Ou seja, esqueça a ideia de que é apenas uma maquiagem ou a valorização de algo não relevante ou credível. Pelo contrário. Eu trabalho com empreendedores e pessoas capacitadíssimas em suas áreas, genuínos e autênticos, mas que precisam entender melhor como seu posicionam e se comunicam para o mercado, para terem mais foco, tempo, energia e direção para colocarem o pé no acelerador e então atrairem mais oportunidades. E trabalhar apenas a imagem não é a resposta.

3) Não é o momento certo, porque estou em fase de transição

A sua promessa de contribuição para o outro não é uma fase. A forma como você a está entregando, sim. E sempre será. Mudaremos de trabalho, projeto, área e posição diversas vezes. E cada vez mais rápido. E esse é o novo padrão da mundo do trabalho. Trabalhar na gestão da sua marca fará com que essas mudanças sejam mais fluidas e estratégicas, já que você estará carregando com você a sua identidade, reputação e a sua visão, que te darão a solidez necessária para você se sentir cada vez mais seguro com as incertezas das transições.

4) Eu não gosto de me autopromover

Aqui são duas as considerações:

Todos nós nos autopromovemos de alguma forma, seja ao conquistar o seu business partner, o seu investidor, o seu chefe em uma entrevista de emprego ou um cliente na sua primeira venda. A forma como você o faz demonstra a sua intenção, que pode ser genuína ou prepotente e é ela que vai determinar a reação do outro a você.

Mas o que quero destacar é o segundo ponto: Quanto mais relevante a sua marca pessoal, menor a necessidade de se autopromover. Como disse Bezos uma vez: Branding é o que os outros falam de você quando não está presente.

5) Eu acredito que o que faz a diferença é a ação, a execução e não apenas falar e fazer promessas

Eu também. E é por isso que a gestão da sua marca pessoal envolve ambos, prometer (o que faz com que você aumente o compromisso com a entrega e estenda os seus limites e zona de conforto) e entregar (o que envolve ação, execução).

Nem sempre o mais esforçado é o que tem mais oportunidades. E nem sempre o que fala mais tem a melhor reputação. Você precisa dos dois.

 

Em geral, o grande fantasma e pergunta que passa pelas nossas cabeças e nos impede de seguir esse trabalho é: O que acontece se eu não tiver a capacidade de entregar? O que acontece se eu me expor e receber críticas? O que acontece se ninguém quiser o que eu ofereço?

O que faz a diferença é ir em frente.

Personal Branding é uma promessa. E a capacidade de você entregá-la ao outro, consistentemente.

E, acredite, entregar a sua promessa para o mundo é a melhor coisa que você pode fazer. Mesmo sendo assustador (sempre será).

 

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